EM QUEM VOCÊ VAI VOTAR?

 É comum os brasileiros votarem em candidatos sem considerar o partido. Esquecem que os candidatos são comprometidos com a ideologia dos seus partidos. Lembre-se que a Instituição Partidária deve ser mais forte do que o indivíduo. Mormente, o indivíduo passa, as instituiçoes ficam. Além disso, é bem mais fácil saber o que pensa e o que defende um partido, do que o candidato, que muitas vezes muda de acordo com interesses pessoais.

Há candidato que, do ponto de vista da ideologia política, se enquadra na direita, mas por fisiologismo oportunismo candidata-se em partido de esquerda, que depois de eleito, tem tudo para ficar no centro – ou seja – em cima do muro. E como fica os seus eleitores – mero expectadores.

O país para crescer democraticamente, se tornar uma democracia consistente, deve ter instituições que sejamdemocráticas, o que não vem acontecendo, em muitos casos. O que vemos são intituições com perfis ditatoriais, autoritárias, com presidentes vitalícios, assembleias forjadas, porque “seus donos”querem perpetuar-se no poder, através do nepotismo que acontece em vários segmentos.

Uma das formas de fazermos a democracia brasileira se tornar “democrata” é escolhermos o partido que melhor represente os nossos ideais políticos, e cobrarmos deles quanto à escolha dos candidatos, que se tornarão, de fato, nossos representantes.

Por que a reformaa política, tão almejada pelo brasileiros, não acontece? Porque na situação em que se encontra é muito mais cômoda para o exercício da politicagem, em detrimento da verdadeira política, da qual  dependemos. Porque, nas pesquisas sobre vários assuntos de caráter social a maioria pensa diferente, mas não tem aprovação nas cámaras – nas instâncias: municipal, estadual e federal? Porque, o que o povo pensa, não é o mesmo que a maioria dos politicos pensa. Por que isso? Por que a nossa forma de votar é irracional. Exemplo: Votamos no vereador de uma partido, no prefeito de outro. Votamos no deputado de um partido, no governador de outro e para presidente, em um terceiro partido.

Não é isso que faz a política brasileira, ao invés de produzir uma democracia de verdade, criar novos partidos, que já são dezenas, que confunde o eleitorado?

Quando resolvermos optar por um partido, nos identificarmos com ele, cobrarmos transparência e  ação objetiva, deixará de fazer –“estranhas alianças” com caráter fisológico, demagógico e suspeito, do tipo que gerou o famigerado mensalão, o qual estamos assistindo o seu julgamento. Pensando nisso, esperamos que os seus protagonistas sejam exemplamente julgados e condenados, apesar de muitos, poderem ser taxados de herois nos bastidores de alguns partidos políticos. Quando falamos em mensalão, devemos ligá-los à pagamento por serviço prestado; ligamos também à “patrões” que pagam salários. Neste caso, estamos vendo o julgamento dos patrões, mas deveríamos  assistir também o julgamento dos “empregados”- aqueles que receberam “salários”para prestarem “serviço”. Mas, se os donos do “menalão”pagarem pelo mal que fizeram à nação, já nos damos por satisfeitos.

Apesar do Braisl mostrar crescimento no setor econômico, temos que considerar isso como resultado também da situação econômica mundial, que proporcionou àchegada do emergenstes, dos quais, o que menos cresce é o Brasil.

O nosso débito social é grande.

Para o Brasil crescer na perspectica de sua demanda, muita coisa precisa ser feita, principalmente em em três setores: Saúde, educação, segurança e construção de uma infraestrutura adequada.

Creio que organizar, racionalizar, defenir de forma pessoal nossa tarefa de cidadania, principalmente no exercício consciente, como eleitores é um bom começo para levar o Brasil a ser mais justo na sua distribuição de renda, mais coerente na sua relação com o povo e a democracia que sustenta; até crescermos, de tal maneira que, todo os resquícios ditatorial, paternalista, demagógico sejam destruídos e possamos ser livres para, não somente opinar, mas ver que ela realmente esteja sendo respeitada, acatada e colocada em prática.

Desejo que na próxima eleição façamos uma boa escolha, partindo do princípio de que, uma deocracia só se realiza, quando o “demo/povo” tem partipação ativa na “cracia/governo”.

Faça do seu direito democrático uma oportunidade de construir um pais melhor para todos, isso se consegue com partipação, consciência e amor. Como escreveu o grande democrata Francklin Rosevelt: “A democracia, como o amor, consegue sobreviver a qualquer ataque, exceto da negligência e da indiferença.”

Faça uma boa escolha partidária, e depois escolha o seu candidato preferido. Nós podemos ser uma democracia exemplar.

Pense!

F. Meirinho

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