PALMAS & PALMADAS

PALMAS & PALMADAS

ImajoelPalmas para aqueles que morreram e que nos deixaram uma herança positiva que é a alavanca para um futuro brilhante. Palmadas para os que vivem e não sabem aplicar a herança recebida, e que compromete o nosso futuro. Esses são todos os que não sabem diferenciar entre o preço e o valor.

Vivemos em uma época onde sabemos o preço de tudo e o valor de nada.

Pagamos muito por nada e não queremos pagar nada por muito. Temos então a inversão de valores, razão pela qual vivemos em um mundo em que não se sabe diferenciar entre o certo e o errado, o que é essencial e o que é superficial, entre o que é saudável e o que é prazeroso.

Procura-se sempre o bom, mesmo sendo ruim. Que  “ruim”!, mas que seja bom.

Temos uma capacidade para facilitar, mesmo que comprometa o final do produto.

Somos especialistas em construir castelos de areia, sem se preocupar com as bases. Somo inovadores não para melhor, mas, infelizmente, para o pior.

O Brasil vive uma crise de inovação tecnológica, razão pela qual surge promessa de investimento nesta área, por parte do governo federal. No entanto, devemos repensar que, não é somente de tecnologia que se vive. Nossa educação precisa de um choque de inovação, nosso professores precisam ser mais bem preparados e melhor remunerados. Nossos políticos precisam ser pessoas visionárias, com capacidade não somente para ver o presente e o futuro, mas de prever tendências e de antecipar mudanças. Nossa justiça precisa ser repensada, para que não cheguemos ao estremo – de culpar o inocente e absolver o culpado.

Afrouxamos as rédeas para os que nada produzem e somos duros com os que trabalham dignamente.

Criamos leis hipócritas para tentar educar, corrigir e punir um povo, que muito pouco sabe valorizar a educação, os princípios éticos e morais, e o respeito ao próximo.

Penso que saberemos diferenciar entre preço e valor não mexendo em nosso bolso, com leis injustas e impostos exorbitantes, nem com inovação tecnológico, quando deixarmos de ser anestesiados com essa política alienadora que agrega ao supérfluo, um valor exorbitante e jogando pelo ralo aquilo que é essencial.

Se não pensarmos assim, gastaremos a herança positiva deixada pelos nossos antepassados, e teremos que recomeçar do zero…

Texto de – Joel Meirinho

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