FIM DO MUNDO!

FIM DO MUNDO!

Imafimdo mundoNos anos setenta ouvi uma série de palestras de Dario Sales, um conferencista internacional, que entre outros temas, abordava sobre – o fim do mundo e o mundo sem fim. Lembro-me também de um pregador futurista, Dimitri kirit, que se tornou um entusiasta conferencista escatológico dos anos setenta, que abordava temas interessantes, ressaltando sempre as previsões proféticas que haveriam de se desenrolar, entre elas, as alterações climatológicas, que resultariam em aumento da temperatura da terra, e o avanço das águas sobre os continentes, fatos que se tornaram realidade em toda a parte, com base nas profecias bíblicas.

Na época estava na moda falar sobre escatologia bíblica, que abordava sobre temas futurológicos, como: Vinda de Cristo, terceira guerra mundial, pragas apocalípticas, manifestação do anti-Cristo, julgamento final, etc.

Apesar de a religião cristã, principalmente o segmento evangélico, deixar de abordar sobre esses temas da maneira como fazia; o assunto vem se dando como encerrado, fora de moda, inviável, irracional, ou apenas caiu em descrédito, por ser substituído por temas relacionados aos fatores existenciais, além da ênfase à teologia da adoração, comunhão, libertação e prosperidade.

Pelo fato de se dar relevância às coisas do futuro na época, procurava me inteirar sobre tudo o que se falava. Mas, considerando que muitos extrapolaram sobre previsões bizarras, criando falsas expectativas; ao passar do tempo, os próprios lideres e demais cristãos resolveram não dar muito crédito aos contemporâneos profetas do apocalipse, apesar de terem acertado em muitas previsões, tendo por base, aquilo que já está claro nas escrituras, como por exemplos, o que ficou registrado nos Evangelhos, proferidos por Jesus: “…vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos. E certamente ouvireis falar de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim… (Mateus 24. 4 – 14)

Outra razão de não se abordar esses assuntos, pode ser atribuído à busca humana pelo bem presente, pelo prolongamento da vida aqui, levando em consideração que um céu presente, pode ser melhor do que um céu futuro, que contrasta com uma nova modalidade de vida, que contempla as novas comodidades que a ciência vem disponibilizando. Neste caso, os cristãos estariam preferindo que as promessas de bênçãos futuras ficassem mais atreladas ao imediato, ligadas à vida temporal, transformando-as em bem-estar social e consumo de bens duráveis. Assim, os cristãos se voltam para as raízes judaicas, cuja a noção cultural e religiosa não cogitam sobre o futuro das almas, mas sim, o presente e o futuro imediato do homem, na sua relação social, cultural e espiritual. O futuro, na perspectiva do Antigo Testamento fundamenta-se mais sobre os povos e as nações, ou seja – o fim de certas civilizações e governos.

Para que o foco ficasse mais evidente, surgiram os primeiros sinais de uma nova teologia, conhecida por – movimento da fé, fé positiva, fé na fé e, finalmente teologia da prosperidade, que para alguns pesquisadores têm como pais – Essek W. Kenyon , Kenneth Hagin, a partir de 1867, e espalhou-se com o engajamento de Kenneth Copeland, Benny Him, Frederik Price, Marilin Hickey, Jerry Savelle, Paul Yonggi Cho, e mais recentemente, Morris Cerullo, Maycon Mordok e outros. Com essas mensagens, o temporal entrou no foco, o eterno em crise, os protagonistas ricos, e o povo mais pobre e desiludido, colocando em risco o fulgor do evangelho de Cristo, ou o surgimento de um modelo que colocaria em prova, a fé dos crentes, presumível, partindo da análise desta relevante indagação de Jesus: “…Contudo, quando o vier o filho do homem, achará porventura fé na terra?

Abordar sobre o fim das coisas, se tornou o grande pesadelo cristão, porque até então, se mostrava muito o fim, de forma trágica, com interpretações bíblicas exacerbadas. Mas o grande perigo é que, a teologia cristã corre risco, porque no pacote das predições do fim das coisas, está contido também a grande mensagem relativa ao futuro pessoal – a conquista da vida eterna, através de Cristo, que permite viver a vida em dimensão colossal. (Jo 14. 1 – 6) Seria a vida eterna também uma ameaça, para os que desejam transformar a vida temporal em estado físico e mental paradisíaco?

Quando Jesus, disse , mas ainda não é o fim, estava falando sobre o que? Não é o fim… do que? – Do mundo? Haverá mesmo o fim do mundo?

Ouvi reiteradas vezes sobre o seguinte texto do profeta Ezequiel: “…Haverá fim! O fim vem sobre os quatro cantos da terra. Agora vem o fim sobre ti (…) Haverá fim, vem o fim … vem a tua sentença… (Ez 7. 1 – 8) O profeta, é claro, não estava falando sobre o fim do mundo, mas sobre o fim do reinado de Judá/Israel, o fim de um ciclo.

Quando lemos ou estudamos as escrituras vamos estar em contato direto com fatos reais, literais e simbólicos, em tempo passado, presente e futuro, sendo que prenúncios de fim são apresentados, muitas vezes, fazendo alusão à governos, povos, eras, reinos e ciclos sociais, e não o fim de toda a humanidade e nem da totalidade do cosmos, ou do planeta terra, com exceção de processos de transformação que resultem em novos tempos para o planeta terra e para a humanidade.

Não há nada que indique a destruição total da humanidade e do planeta terra de forma definitiva, mas sim, que tanto um, quanto o outro, num futuro que não podemos determinar, serão submetidos a experiência de transformação e renovação que resulte em uma idade áurea, um novo amanhecer: “…Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita a justiça. (1 Pedro 3. 13).

A justiça só habita onde houver humanidade, então o novo mundo que surgirá, garante a preservação da humanidade, se não for na forma física, ou será na forma mental, que admitimos – mesmo que seja em dimensão diferente, na qual, as experiências dolorosas da existência serão banidas, para que, o que é perfeito seja totalmente incorporado em uma humanidade plena, que resgate o paraíso perdido, com base em Cristo Jesus, aquele que iniciou a tarefa de possibilidade de aperfeiçoamento da humanidade para uma era de glorificação.

Com base nessa expectativa teleológica revelada pela Palavra de Deus, não devemos entrar em desespero quanto às previsões futurológicas de povos que se fundamentam em mitologias e em crenças particulares, para determinarem sobre a questão que envolve a escatologia da humanidade e do planeta terra, a exemplo do que ocorreu dois anos atrás, quanto às previsões da cultura maia, que marcava para o dia 21 de dezembro de 2012, a última data da civilização. Se há sessenta e cinco milhões um asteróide de 10 a 15 quilômetro de diâmetro tenha caído sobre a península mexicana de Yucatán, causando a extinção dos dinossauros, segundo os cientistas, isso não voltará acontecer, pelo menos, nos próximos milhares de anos, mesmo assim, devemos considerar que atingiu uma região da terra.

Sobre a previsão Maia, parte da humanidade ficou apreensiva. Muitos, com antecedência, estavam construindo refúgios para sobreviverem a eventual e fatídica destruição. Para evitar que o pânico alcançasse proporções alarmantes, a NASA – Agência Espacial Americana, resolveu, com base em seu conhecimento geológico e espacial, tranquilizar a população, afirmando que – não haveria motivos para tal preocupação, porque nada constava que algo pudesse colidir contra o planeta terra.

De acordo com, David Morrison, a terra que existe há 4 bilhões de anos, não vai ser destruída nos próximos milhares de anos, antes que o sol se torne um planeta habitável, mas admite que: Daqui a um bilhão de anos, o sol pode se tornar em – gigante vermelho, mas o calor crescente terá, muito antes provocado a evaporação dos oceanos e subseqüente desaparecimento da atmosfera terrestre. Mas reiterou: “Não existe nenhuma ameaça astronômica ou geológica que possa destruir a terra”.

Apesar de não haver um dia para a destruição do planeta terra, os cientistas concordam que ela está sendo destruída. Para os cientistas, é mais razoável admitir uma matança em massa da humanidade, causada por bactérias funestas ou por vírus mutantes como do tipo H5 N1, que possam surgir repentinamente. Sobre isso, podemos pensar também sobre o vírus ebola que vem dizimando pessoas na África e, segundo alguns especialistas podem ameaçar outros continentes.

Se a terra não tem uma data certa para chegar ao fim, todos devem concordar que ela está em agonia, ou seja, está morrendo. Hoje discute-se muito sobre questões ambientais, fórmulas de como diminuir dióxido de carbono da atmosfera, que vêm resultando em ações extremadas – baixa e alta temperatura, aquecimento da terra, resultando em – efeito estufa, aumento do nível das águas do mar, chuvas torrenciais nas grandes metrópolis, pelo acúmulo de nuvens, pelo fato de existir concentração de maior densidade de poluição atmosférica, e desertificação de áreas férteis, que resulta nos seguintes malefícios: pobreza, doença e fome, porque a agricultura sofre e toda o sistema ecológico. Mas isso, há mais de cem anos os profetas da ciência já vinham alertando aos governantes em todo o mundo, e até hoje, não tem havido ressonância, em função de não encontrar equação nesses fatores – desenvolvimento econômico, com baixo nível de poluição. Recentemente a China entrou em estado de alerta numa grande região, pela alta densidade de poluição atmosférica, a ponto de o governo recomendar à população para ficar enclausurada em casa.

Fiz alusão a advertência dos cientistas, quanto ao perigo que a humanidade sofreria por não tomar as precauções necessárias, para livrar o planeta de uma hecatombe sem precedente, e isso não é recente, há mais de cem anos acontece.

Em 1976 fiz uma viagem missionária há vários países da America do Sul. Quando cheguei ao Chile, fui visitar uma feira de livros em Santiago. Lá chegando me deparei com um livro, de autoria de Gordon Ratttray Taylor, com um titulo curioso – EL JUICIO FINAL – editado originalmente em inglês -– THE DOOMSDAY BOOK, em 1970, prefaciado com o titulo – La hecatombe humana, no qual havia partes de textos dos capítulos sete a nove do livro de apocalipse. Ao iniciar a leitura do mesmo, deparei-me com previsões e observações contemporâneas sobre o planeta terra, do ponto de vista, não dos profetas bíblicos, mas dos prognosticadores científicos. Fui direto à página setenta e sete, que tem como titulo – Era glacial, ou morte por calor?

Para, escrever o presente artigo, voltei à leitura, que faço questão de, pelo menos citar pontos curiosos, escrito há mais de quarenta anos, fazendo referência a fatos ventilados no final do século dezenove:

“Fazendo um exame retrospectivo – escreve o autor – podemos comprovar que o clima terrestre apresenta-se mais quente a partir da data calculada há cem anos atrás (1870). E acrescenta: Uma equipe de especialistas glaciais, composta por P. D. Baird e R. P. Sharp, descreveu o retrocesso dos glaciais como um fenômeno alarmante, envolvendo também as costas norteamericanas do pacífico, e também da Europa”.

Hoje, sabemos dos grandes problemas que a humanidade vem sofrendo com as alterações climatológicas: Tempestades, enchentes, aquecimento solar sem precedente, desertificação de áreas, antes férteis, crise na agricultura, rios poluídos e totalmente sem vida, espécies animal extintas e ameaçadas, incluindo aqui os insetos, como as abelhas que estão misteriosamente desaparecendo. Sabemos da importância dos insetos para o meio ambiente, sem os quais, a natureza perde a sua exuberância, e as lavouras sofrem profunda escassez. A humanidade no meio de toda esse emaranhado de distúrbio, com uma parte ignorando tudo isso, outra empurrando com a barriga, e a terceira parte, sendo vitimada pela miséria, pelas doenças e pela fome. É sabido que, hoje temos 1 bilhão de pessoas passando fome e em torno de 40% abaixo da linha de pobreza.

Nesse olhar realista e também pessimista para o planeta terra, diremos que estamos morrendo, enquanto matamos o planeta. A agonia do planeta é a prova de que o nosso veredicto está sendo lavrado – não há saída para a preservação da vida no planeta dos homens, a menos que um despertar da consciência moral, ética, espiritual e ecológica seja alcançada, o que no momento não há sinal relevante de seu aparecimento.

Perdurando este estado de inércia, frente aos desafios de uma sociedade mais justa, igualitária, responsável e consciente, a tendência é viver dias sombrios, com o aparecimento de novas crises econômicas, novos conflitos sociais e belicosos, além dos atuais, como de Israel, Gaza, Iraque, Ucrânia e outros, que geram perplexidade humana, insegurança em todas as áreas da atividade humana.

Na incapacidade do homem em manter um ambiente adequado para a manutenção da vida, e viver nos padrões de moralidade exigidos, certamente o Deus criador de todas as coisas irá interferir tomando as rédeas do planeta, impedindo o pleno caos, produzindo, com base no seu amor às coisas criadas, uma nova dimensão de vida, na qual todos os redimidos celebrarão em festas, com um novo estágio do evangelho, caracterizado por – boas novas para toda a terra: “Vi novos céus e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe (…) Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povo de Deus e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda a lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá mais luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras cousas passaram. (Apocalipse 21. 1 – 4)

Apesar do futuro sombrio na presente era, se o comportamento da humanidade não convergir em direção ao ideal divino, mesmo assim, o fim de um mundo, de tristeza lamento e dor, não impedirá que o novo mundo surja, como as flores lótus surjam da lama, mas isto, acontecerá sob a interferência direta do criador, que talvez já faça parte de seu sapiente projeto.

O tipo de mundo que desejamos para o presente, nos prepara melhor para vivermos no mundo futuro, quanto ao mundo que já está preparado para aqueles que discernem melhor os propósitos de Deus na vida pessoal. “Mas como está escrito: Nem os olhos viram, nem os ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano, o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1 Coríntios 2. 9).

Amar a Deus é distingui-lo. É harmonizar-se com o seu querer. É também aceitar o desafio que ele propôs através da pessoa de Jesus Cristo. Aceitar este desafio é ter visão de um novo mundo, independente do que vai acontecer com este mundo, ou qualquer outro mundo que tenhamos criado em torno de nós.

Jesus, foi claro aos seus discípulos quanto à razão de sua vinda à terra, mas também foi claro quanto ao seu retorno às moradas do altíssimo. Ele disse: “Não se turbe o coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vos também”. (João 14. 1-3)

Se pensarmos em fim do mundo, como o fim do cosmos, isso fica claro que não está previsto. Se pensarmos em fim da terra, isso também não vai acontecer. Já dizia Lavosier: Na natureza nada se perde, tudo se transforma. Transformação, isso sim! O evangelho prega a necessidade da transformação do homem, para que se tenha um mundo melhor, uma sociedade mais justa, com base no amor e na verdade.

Mas, a preferência humana, em sua maioria, tem sido fundamentada na mentira, na hipocrisia, na exploração, na prática do mal em todos os sentidos. Assim, é imprescindível o juízo sobre a humanidade, seja na forma natural ou divina.

São Paulo dizia: O que o homem semear isso também ceifará/ Tribulação e angústia virão sobre a alma de qualquer homem que faz o mal”. Mas, haverá uma recompensa para os justos: “Glória, porém, e honra e paz a todo aquele que pratica o bem…”.(Romanos 2. 10).

O bem e o mal existem, cabe ao homem fazer sua opção. Para o bem há recompensa, para o mal o castigo. Para dirimir qualquer dúvida sobre isso, todos comparecerão diante do Juízo divino. A respeito disso, até os profetas do Antigo Testamento, que pouco, ou nada falavam de vida eterna, mas, Daniel deixou claro o seu recado: “Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para a vergonha e horror eterno. Os que forem sábios, pois resplandecerão, como fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas sempre e eternamente”.

Diante das previsões sombrias a respeito do futuro, nada mais inteligente do que ser sábio no presente. Isso sim, pode contribuir para a sensatez humana na sua interatividade cultural, ecológica, econômica, social e espiritual. “Bem-aventurados os humildes, porque eles herdarão a terra”. (Jesus Cristo) Os humildes, são: Os mansos, pacificadores, os sábios. Esses sempre vêem a possibilidade de – paz na guerra, água no deserto, pão na fome, luz nas trevas e um futuro glorioso para a humanidade.

  1. Meirinho

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ADORAR

imaadorarVinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemo-nos diante do Senhor que nos criou. Ele é o nosso Deus, e nós povo do seu pasto e ovelhas de sua mão. (Salmos 95. 6)

Um adorador sempre será reconhecido pelo nível de gratidão, respeito, devoção e amor que demonstra para com Deus, como Rei, Senhor e Pai amoroso.

Um adorador surge como resultado da nova vida em Cristo; quando a velha natureza é vencida e a pessoa descobre o prazer de viver no espírito, segundo o projeto de Deus. Um adorador surge como resultado da obra do Espírito Santo e subseqüente absorção da Palavra de Deus em seu coração.

Como?

Deus quer que tenhamos orientação precisa sobre tudo que desempenhamos em sua casa. Ser produtivo espiritualmente é agir com resultados. Considerando que o Senhor quer que alcancemos resultados, queremos recomendá-lo a adorar, trazendo oferendas (1 Cr 16. 29).

As ofertas especiais para qualquer fim ministerial, dízimos, etc., que trazemos para casa de Deus devem ser feitas no contexto da adoração.

Essas ofertas são como primícias que ao serem colocadas diante do Senhor, reiteram nossa posição de reconhecimento a Deus, a respeito do que ele é em favor de cada um de nós.

Nosso louvor deve ser sincero e de coração; é isso que transforma o nosso cântico em louvor e o nosso louvor em verdadeira adoração.

O salmista refere-se à adoração na beleza de sua santidade (Sl 96. 6).

Adorar na beleza de sua santidade é reconhecer a própria santidade como exuberante adorno que merece admiração, meditação e deleite.

Como seres humanos, amamos o belo, as artes e todas as coisas lindas da natureza. Nosso espírito se volta à procura do belo, do maravilhoso e descobre isso ao contemplar a beleza da santidade de Deus. Esta contemplação acontece quando estamos em oração, meditação, louvor, em espírito e em verdade.

Eu e os nossos filhos brincamos com uma expressão costumeira da minha esposa – Tere, porque ela está sempre dizendo em relação aos presentes que ganha, as coisas que vê, aos comportamentos louváveis – Que lindo!

Perante aos atos de Deus e toda a sua beleza deveríamos também nos maravilhar com mais freqüência.

Adorar em espírito

Só é possível adorar no espírito, quando vivemos em espírito e no Espírito Santo. Estar no Espírito adorando é como se estivéssemos no santíssimo, contemplando face a face, a beleza da santidade e da glória do nosso Deus (Jo 4. 24).

Adorar também é um mandamento que deve ser cumprido (Ap 22. 9)

A prática deste mandamento acontece como resultado da nossa experiência pessoal que temos tido em Cristo.

Que cada cristão sinta sempre a necessidade de viver adorando ao Senhor.

O ato da adoração eleva o cristão à dimensão de Deus.

Você pode permitir que o Espírito Santo leve-o para a sublime e pura adoração que proporciona saúde plena para o nosso ser; deixando-nos mais flexíveis, amáveis e parecido com o próprio Cristo. Afinal de contas, é debaixo de sua unção que podemos ser verdadeiros adoradores.

Extraído do livro – LUZ DAS SAGRADAS LETRAS

Autor – Francisco Meirinho

https://fmeirinho.wordpress.com/