EM QUEM E COMO VOTAR?

EM QUEM E COMO VOTAR?

imagesvotoO sistema político brasileiro impede definitivamente que o cidadão minimamente coerente opte por um partido político. Ele é irracional, incoerente e visa apenas que certos políticos use dele como trampolim para chegar ao poder.

Você já parou para ver quem são os partidos aliados do PT, PSB, PSDB, dos respectivos três principais candidatos à presidência? Já! O detalhe é o seguinte: Alguns deles são aliados na esfera federal e, adversários na esfera estadual! Entendeu a balbúrdia? Você já viu – comunistas, liberais, socialistas democráticos, capitalistas todos sentados à mesma mesa? Se isso fosse um prato seria um mistura de – picanha, carne de pescoço, peixe, melancia, laranja abacaxi ao molho de vinagre, mel, pimenta do reino, uma colher de sal e uma de açúcar. Você encararia esse prato? É o que nós brasileiros teremos que enfrentar nas próximas eleições. Você vai dizer: Mas eu escolho pessoa apenas: Bem, esta pessoa faz parte do prato!

O PT, conforme sabemos da parte dos cientistas políticos é um partido de ideologia marxista, mas que cresceu no Brasil com apoio do PMDB, que se tornou um partido oportunista, esquizofrênico que vende a alma, a inteligência, tudo, só pelo fato de ter parte da fatia do bolo do poder. Se Ulisses Guimarães soubesse!

O eleitor precisa saber que, se não fosse o apoio que o PMDB deu ao PT, jamais se firmaria no poder, e jamais teria avançado com os seus ideais marxista: como o apoio ao Castrismo de Cuba, Chavismo da Venezuela, desarmamento dos civis, e outras aberrações. Marina Silva, também está metida na mesma confusão ideológica, apesar de pessoalmente pertencer a uma religião conservadora, isso não representa que ela também não esteja comprometida com ideologias que contrariam valores da família e liberdades democráticas – como liberdade de expressão, imprensa, religião, etc. Aécio Neves, do PSDB, partido do ex- presidente Fernando Henrique, também é de esquerda, mas, vem atuando em defesa da democracia, até onde é possível acompanhar.

Na minha forma simples e objetiva de ver política e na maneira de refletir sobre o Brasil, o vejo politicamente confuso, em função do modelo que se fundamenta e da falta de interesse e conhecimento político, tanto da população, quanto dos candidatos. Considerando-me como um defensor da democracia plena, sair do PT da Dilma e do Lula seria o primeiro passo. ir em direção a Aécio Neves, seria o segundo passo, e caso se mantenha o quadro de segundo turno entre Marina Silva e Dilma, então a opção será Marina, com a provável adesão de Aécio – PSDB – e seus aliados. Se o grupo da Marina manter pelo menos – a social democracia, isso garante ao Brasil a permanência dos direitos democráticos. O ideal para o eleitor é tentar votar nos deputados e senadores do mesmo partido do candidato ao governo, ou,  não sendo possível, pelo menos, na mesma coligação partidária. Assim procedendo fica garantido a governabilidade, e se evita um pouco o conchavo, do tipo que gerou o mensalão do PT, para que o governo tivesse maioria no senado e congresso. Maioria, por conluio é uma devastação, uma espécie de ruína para a democracia. Você poderia imaginar quantas coisas absurdas foram aprovadas com base no mensalão? Tudo o que foi aprovado na época no congresso/senado, por influência de corrupção deveria ser cancelado.

Uma reforma política era o ideal para o Brasil, mas como isso depende do congresso, e o congresso por sua natureza é ambíguo, a confusão e estado babilônico que se encontra representa bem o que pensam em conjunto.

Portanto, cabe a cada cidadão pensar bem e fazer a melhor escolha. Talvez testando novos políticos, que ainda não estão contaminados pela idiotice político-partidária.

Considerando que o atual sistema é acéfalo, e que apesar de votarmos, os políticos, como tenho dito – na ordem representam o seguinte: Primeiro, os mesmos, estão comprometidos com os seus partidos. Ex. Quem está em partido de direta que defende privatizações, tem que considerar aquele que tudo quer estatizar. Depois, representam os seus patrocinadores e, se sobrar um espaço – desde que não contrarie o macro interesse – sobra o eleitor. Estatizar e privatizar o que? Isso, quem deveria optar seria a própria democracia, com direito a fiscalizar, cobrar. É bom não esquecer dos escândalos da Petrobras.

Lembre-se: Tudo é confuso, e todas as instituições ficam contaminadas, envolvendo segurança, educação, religião, saúde, etc. – em um país que o sistema político é irracional e arbitrário. É por isso que dizemos, ou pensamos que – todo político é igual – porque um político por mais sério e idealista que seja se tornará conforme o modelo que encontra – A massa maior, atrai a massa menor. Apesar disso é preciso se fazer representar por políticos que ainda não se contaminaram, ou por novos que estejam prontos para se lançar no grande desafio de representar a vontade do povo. Uma opção seria votar em partido em quem o eleitor tem alguma afinidade ideológica. Está ligado à partido que vem de encontro com o seu pensar e que esteja menos comprometido com patrocinadores, fora desse círculo, já é uma avanço.

Espero que o Brasil tenha nas próximas “safras”, políticos coerentes, inteligentes, idealistas e que não coloquem o poder, seus interesses pessoais, nem seus patrocinadores em primeiro lugar, mas sim, o Brasil, seu destino, seus valores e sua democracia. (F. Meirinho)

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