COISAS DA FÉ

Quero refletir com você, na forma sucinta sobre três pontos interessantes, que fazem parte intrínseca do ser humano. Refletir sobre os mesmos, penso eu, é de importância vital para a vida. Começo sobre:
IMG_0025A COISA E A CRENÇA

Quando cremos em uma coisa e fazemos outra, o erro não está na coisa, mas na crença. A tendência humana é unir a crença à coisa na forma mental, mas não na substancial. Mas, a coisa em si é substância que sobrevive além da crença. É inteligente produzir um elo entre a crença e a coisa, que nos leve para um mundo real e de maturidade com o mundo físico e metafísico, que resulte em harmonia dos seres vivos. Agora, se a coisa em si, resulta em desarmonia e se torna esquisita, não oferencendo relevante significado à vida, então devo ter coragem para abandonar, tanto a crença, quanto a coisa.

EM RELAÇÃO A DEUS E A FÉ CRISTÃ,
Você pode ser: Crente, crédulo, incrédulo, ateu, cético, deísta, teísta, agnóstico, gnóstico, etc. Tudo isso são reflexos do espírito, elementos da fé. Até mesmo o ateu, que é definido como que, ou quem não crê na existência de Deus, não deixa de provar a sua existência, porque professando sua crença negativa, mostra que a substância da qual tenta negar – existe; mesmo no campo da negação, ou na fé reativa, porque senão não era preciso se defender ou declarar subjetivamente a não existência.
Já ouvi pessoas em terapias, que por manter ódio a alguém que antes amava, afirmar: “para mim ela morreu”, quando na verdade estava mais viva do que antes, mas introjetada na mente do ofendido, como um corpo hostil. Quando alguém afirma: Ela morreu – expressa um pesar pela perda de um elemento essencial, de expressão de amor com a qual havia integração e até simbiose.
Canalizar bem a nossa fé para que sejamos mais úteis a nós mesmos, aos outros e ao universo é de fundamental importância para o nosso ser holístico, composto de -corpo, alma e espírito.
Como corpo precisamos de alimentos físicos, como alma de instrução pedagógica e psíquica, mas como espírito – precisamos de Deus.
GRAÇA E MANDAMENTO
Pela graça somos salvos e libertos. Sendo livres entramos em sintonia com os mandamentos de Deus, e pela graça os incorporamos em nós como se fossem nossos. Assim, de forma espontânea passamos, em leveza de espírito, fazer vontade de Deus. Focar na graça fora do contexto do evangelho é querer o aprove de Deus para a nossa maneira egoísta, tanto de pensar como de viver. Mandamento sem graça é legalismo formal, graça sem mandamento é liberdade utópica. Pela graça somos salvos da perdição, que nos proporciona a garantia da entrada no reino de Deus, para podermos amar o Rei, e com base neste amor fazer tudo que lhe agrada, porque passamos a compreender que o Reino também é nosso. “Vem a nós o vosso reino!”.

Francisco Meirinho

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